Entretanto, na Casa da Aldeia

O quarto está pronto! Foram uns quantos sábados a pintar, lixar, envernizar, a recuperar móveis antigos e a limpar mas valeu a pena. O “do it yourself” é trabalhoso mas dá uma satisfação gigante quando olhamos para o resultado final e sabemos que tudo aquilo saiu da nossa imaginação, da nossa vontade e do nosso esforço.

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Por falar em esforço…este chão de madeira deu-me cá um trabalho! Já não é o original da casa mas ainda assim, com cerca de 10 anos de uso, estava a precisar de uma boa lixadela. E como adoro a madeira clara, depois de o tratar com um insecticida/fungicida de base solvente, apliquei verniz incolor.

Há cerca de 100 anos, não me parece que a simetria fosse a principal preocupação de quem construía casas e A Casa da Aldeia não é excepção. Não há uma única parede direita mas isso, como costumo dizer, faz parte do encanto dela. Ainda assim, fazia-me alguma confusão ter a cama “de ladecos” e por isso decidi fazer uma parede de madeira para corrigir o desnível. (Obrigada, N. carpinteiro amador com tanto jeito para estas coisas!) Para além dessa parte prática, a verdade é que adoro paredes de madeira e o ar acolhedor que dão a uma divisão.

Depois do chão tratado e das paredes e tecto pintados de branco, reciclei móveis antigos. A cama custou-me 15 euros, ou seja o preço de 3 latas de tinta preta em spray que usei para a pintar (era verde com umas flores cor de rosa…). Um banco antigo pintado de branco faz as vezes de uma das mesinhas de cabeceira e o comprido que está ao pé da janela também foi recuperado e pintado.

A minha mãe fez algumas das almofadas, os livros antigos “roubei” ao meu pai e com tudo isto, acabei por comprar só um ou outro objecto decorativo. O estilo, como se vê, é rústico, não só porque gosto muito mas também porque é aquele que melhor se enquadra na casa.

 

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Obrigada pela visita!

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