A Mary Poppins regressou (e eu já fui vê-la ao cinema)

É tradição da família Miranda ir ao cinema no Dia de Ano Novo e este ano escolhemos “O Regresso de Mary Poppins”. Por vários motivos. Gostamos de musicais, gostamos de clássicos e eu gosto muito da Emily Blunt. A Emily é a minha female crush e ninguém me tira da cabeça que eu, ela e o John Krasinki podíamos ser muito felizes num bonito threesome.

A Emily é a Mary Poppins que o Rob Marshal escolheu para reencarnar a ama mágica que, desta vez, 50 anos depois do filme original estrelado pela inesquecível julie Andrews, regressa para ajudar a nova geração da família Banks a recuperar a alegria perdida.

Lin-Manuel Miranda, um acendedor de candeeiros de rua, é o amigo da ama que vai ajudá-la na sua tarefa.

O filme conta ainda com Colin Firth, de quem eu gosto muito e com a Meryl Sreet, de quem gosto ainda um bocadinho mais. Aliás, eu gosto tanto da Meryl que era capaz de ir vê-la ao cinema mesmo que o filme fosse ela sentada num banquinho de madeira a descascar um balde de batatas e a dizer coisas.

Dick Van Dyke também regressa neste filme (o actor entrou na versão original em 1964) e a igualmente mítica Angela Lansbury, que, aos 92 anos está mais lúcida do que eu.

O regresso de Mary Poppins é um filme encantador. Vão vê-lo! A não ser que odeiem musicais, vão vê-lo.

 

 

 

 

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